CRY FOR YOU, ARGENTINA!

Confesso que isto não me entristece. Não tenho nada de pessoal contra os argentinos, fora a boçalidade, a prepotência, o complexo de superioridade e otras cositas más, que os tornam os ianques da América do Sul.
Aliás, dizem que é isto que os portenhos não perdoam a Deus: não terem nascido nos EUA. Quiseram até copiar o nome do Palácio do Governo; só que, em vez de Casa Branca, deu Casa Rosada, porque a masculinidade por lá não é lá essas coisas. Basta ver os trejeitos do tango.
Como eu dizia, não tenho nada contra os argentinos. Aliás, deu pra notar, não é? Mas, em termos de futebol (e balança comercial conosco), quero mesmo que eles se lasquem! Embore, confesso, admire a raça, a garra, a gana com que eles jogam. Neste ponto, são superiores aos brasileiros.
À parte o fato de que, como venho dizendo aqui, a Alemanha tem pintado como uma boa seleção desde o início da Copa, este é o ponto: com toda essa raça, los hermanos tomaram pau dos alemães.
Neste sábado, vamos pegar a França. Que, sem sombra de dúvida, não vem mostrando o mesmo futebol que a Alemanha; mas, também sem sombra de dúvida, melhorou bastante desde a estréia. E já nos tirou o pão da boca, antes.
A nossa seleção é melhor. Mas, se quisermos ganhar, vamos precisar de um pouco da raça dos argentinos.
Ou quem vai chorar amanhã somos nós...