2.28.2008

UMA PARTE DE MIM

A Rachel me envia um desafio: citar seis aspectos particulares, peculiares ou interessantes, da minha personalidade.

É uma tarefa difícil, já que sou o cara com mais idiossincrasias que conheço. E sou chato, também: não vou dizer o que significa, não; quem quiser, que vá olhar no dicionário! Eu andava, mesmo, querendo usar esse palavrão. Ou ia acabar esquecendo dele; é menos requisitado que pinto de nonagenário.

Bem, mas voltando ao assunto, aqui estão seis características minhas; em ordem de lembrança, não necessariamente de intensidade:

1) sou um pai super-protetor – luto contra isso, mas não adianta: sou mesmo. E olha que o caçula faz universidade e trabalha, com 21 anos; os outros três já estão casados. Me preocupo com tudo e, sempre que ocorre algum atraso, só sossego depois de saber que está tudo bem.
2) Não gosto de política – engraçado, não é? Principalmente se considerarmos que a minha área profissional é o marketing político, o que me obriga a andar bem informado sobre o assunto. E pior: gosto do que faço, da criatividade. Propaganda é propaganda e tanto faz vender candidato ou marca de chocolate, eu acho. O problema é de quem compra!
3) Adoro ouvir música e ler – infelizmente, são coisas que para mim se tornam cada vez mais difíceis, por força de circunstâncias da vida. Mas continuo gostando; só para vocês terem uma idéia, tenho até algumas músicas em mp3: mais de 15 gigas. Fora os CDs, DVDs, fitas e LPs, é claro. Alguém ainda sabe o que é LP?
4) Adoro assistir filmes – mas, como sou muito preguiçoso para sair de casa, quase não vou ao cinema. Então, a saída foi montar um esquema de home teather e me tornar um verdadeiro rato de locadora. Quase sempre, é assim que passo os fins de semana. Com uma cervejinha pra acompanhar, é claro.
5) Já fui extremamente carinhoso e sensível – o tempo e as pessoas conseguiram me tornar mais racional e menos otário, desculpem, emotivo e crédulo. Mas de vez em quando, ainda derramo umas lágrimazinhas bestas, sem perceber, vendo um filme, ouvindo uma música, lendo ou até escrevendo um texto. Ninguém é perfeito, né?
6) A cada dia, fico menos paciente – e existem coisas que me tiram do sério, em segundos: burrice, estupidez no trato, teimosia exagerada e prepotência, principalmente. Mas não sou de explodir; quando creio que tenho razão e percebo que não adianta conversar, simplesmente me calo e sigo em frente. A menos que não consiga evitar.

Bem, espero ter atendido à Rachel. Mas tenho material suficiente pra uns 200 posts destes, podem crer!

P.S.: agora, que vocês já acabaram de ler, aí vai o verbete do Aurélio. Só pra mostrar como eu sou chato! :)
Idiossincrasia (ìd). [Do gr. idiossynkrasía.] S. f.
1. Disposição do temperamento do indivíduo, que o faz reagir de maneira muito pessoal à ação dos agentes externos.
2. Maneira de ver, sentir, reagir, própria de cada pessoa.
3. Med. Sensibilidade anormal, peculiar a um indivíduo, a uma droga, proteína ou outro agente.

4 Comments:

Blogger Erik said...

Foi bom conhecer um pouco mais de você, a quem acredito poder chamar de amigo.
Não sou muito de comentar, mas às vezes é necessário, ao menos para ser educado e retribuir o carinho.
Grande abraço.
Erik

11:55 AM  
Anonymous Cöllyßry said...

Bom voltar e saber um pouco de Ti amigo...

Doce meu beijo

3:06 PM  
Blogger Flávio said...

Não tenha a menor dúvida disso, Erik. Pode... e deve. E pode contar com um amigo aqui, tb! :) Grande abraço.

10:29 AM  
Blogger Flávio said...

Collybry, bom mesmo é ver vc de volta! :) Bjs, bom fds

10:30 AM  

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